Segurança nos acessos em escolas e faculdades, um assunto que pede atenção

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 segurança nas escolas

Você acredita que escolas e universidades são ambientes seguros? Em 2019, a Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano, foi palco de um massacre que tirou a vida de oito pessoas e deixou 11 feridos (depois disso os autores tiraram a própria vida). O fato reacendeu o debate sobre a segurança nas escolas.

A vulnerabilidade de escolas e universidades é um assunto que requer mais atenção. Principalmente, pelo fato de já existirem alternativas eficientes para o controle de acesso de pessoas a ambientes restritos, mas que não costumam ser empregados.

Por que se preocupar com a segurança nas escolas e faculdades?

Os números chocam e entristecem. Nos últimos três anos, foram registrados três massacres em escolas brasileiras. Em 2017 um Centro de Educação Infantil, em Janaúba (MG) foi alvo de um atentado. Duas semanas depois, alunos do Colégio Goyases, em Goiânia (GO), também enfrentaram momentos de pânico. Em 2019, a tragédia foi em Suzano (SP), que teve uma certa semelhança com o caso de Realengo (RJ), ocorrido em 2011.

Para evitar que outras crianças, adolescentes e jovens fiquem tão expostos é imprescindível garantir a segurança nas escolas e universidades. A partir de uma análise de risco e um diagnóstico de segurança do ambiente escolar é possível compreender suas particularidades e identificar ameaças.

O que não pode continuar acontecendo é a falta de controle de acesso escolar e a livre circulação de pessoas. Isso inclui também professores, colaboradores, terceirizados e prestadores de serviço. A gestão educacional é responsável por buscar ferramentas para solucionar esse problema. No entanto, os cuidados diários com a segurança são responsabilidade de todos que frequentam os ambientes educacionais.

Como fazer o controle de acesso em ambientes educacionais?

A primeira medida para aumentar a segurança nas escolas é fazer uma análise de risco. Para isso é preciso considerar a localização, faixa etária dos frequentadores, perfil socioeconômico, estrutura física, normas, procedimentos e instrumentos de segurança já utilizados. Resumindo, o que deve ser avaliado é:

  • Ambiente externo (localização, vias de acesso, criminalidade, etc);
  • Ambiente interno (horário de funcionamento, quantidade de alunos, idade, perfil, etc);
  • Estrutura física (iluminação, muros, acessos, etc);
  • Instrumentos de segurança (alarmes, câmeras, etc);
  • Procedimentos de segurança (regras, normas, orientações, etc);
  • Equipe de segurança (qualificação, escalas, etc).

A partir dessa análise já é possível traçar um plano de proteção e buscar ferramentas que contribuam para a segurança de escolas e faculdades. Considere os principais tipos de risco, a probabilidade de acontecerem e o impacto que diferentes fatalidades poderiam causar. Por fim, mensure o custo para evitar os riscos e aumentar a segurança no ambiente educacional.

O ideal é agir em duas frentes: prevenção de incidentes e gestão de crise. O foco inicial deve ser criar uma estrutura de proteção para frustrar eventuais tragédias. Mas, caso isso não seja possível é imprescindível ter um plano de ação para orientar os estudantes e reduzir o impacto do ocorrido.

3 soluções para ampliar a segurança patrimonial

Listamos as principais soluções que escolas e faculdades devem ter para aumentar a segurança física de seus espaços. Confira:

Ponto eletrônico

Essa é uma das medidas que contribui para a segurança nas escolas e faculdades. O RH e gestores conseguem acompanhar em tempo real quem são os professores e colaboradores que estão na unidade escolar. Quando a organização também usa catracas para o controle de acesso, é possível fazer a integração com o ponto. Com isso, é possível controlar o ingresso de pessoas por ambiente e horário. Por exemplo, a merendeira não precisa ter acesso ao laboratório de ciências ou determinado segurança só pode ingressar na escola no horário da sua jornada de trabalho.

Catracas de acesso

Existem diferentes tipo de catracas de acesso, a Ahgora disponibiliza dois modelos: a catraca pedestal e a balcão. As duas são voltadas para o controle de tráfego de pessoas, cabe a instituição estudantil avaliar qual se adapta melhor a sua necessidade. O fato é que uma catraca de acesso a escola impede a livre circulação de pessoas. Portanto, todos que frequentam o ambiente escolar devem estar cadastrados ou ter uma autorização para acessar as dependências.

Com as catracas é possível bloquear remotamente pessoas não autorizadas, controlar a frequência de visitas, identificar visitantes, fornecedores e terceiros. Um grande diferencial é que todos esses dados podem ser visualizados em tempo real e podem ser integrados com ferramentas online.

Sensores de presença

A escola também pode utilizar sensores de presença para monitorar o fluxo de pessoas. Inclusive, existem opções que podem ser integradas a câmeras de segurança. Alguns modelos permitem traçar áreas de segurança para locais restritos, que se forem invadidos, acionam a equipe de segurança ou então, um alarme soa automaticamente.

Essas são apenas algumas opções, o fato é que existem várias alternativas para aumentar a segurança nas escolas e evitar desastres. Basta que as unidades escolares escolham o que tem mais afinidade com a sua realidade e necessidade.

Sistemas integrados de comunicação

Comunicação integrada entre Secretaria da Educação, instituições de ensino e famílias de alunos. Já estão disponíveis aplicativos móveis que sistematizam a comunicação em tempo real, com aplicações que vão além da busca por segurança:

Tipos de alertas enviados via Ahgora Escolar

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